
Lula tenta virar o jogo com pacote para endividados
Vera Rosa
Estadão
O governo Lula quer aproveitar a proximidade do 1.º de Maio, Dia do Trabalho, para anunciar o programa de renegociação das dívidas no cartão de crédito, empréstimo consignado e cheque especial. Na avaliação do Palácio do Planalto, é o endividamento das famílias que tem derrubado a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cenário que põe em risco a sua reeleição.
Chamou a atenção do Planalto a última pesquisa qualitativa realizada pela Genial/ Quaest, no fim do mês passado. Feita com 50 grupos de eleitores indecisos, classificados como “independentes”, a sondagem revelou que mesmo os beneficiados por programas do governo se mostram frustrados com Lula.
CUSTO DE VIDA – A queixa geral é de que o custo de vida aumentou muito acima da renda. Além disso, esses eleitores procuram mais do que benefícios sociais. Na pesquisa qualitativa, muito usada por governos e candidatos para captar percepções, não foram poucos os que reclamaram de não ter dinheiro para comprar um “celular novo”, e não esconderam a revolta.
A menos de seis meses das eleições, Lula busca uma “bala de prata” para a crise diante do avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL), seu principal desafiante. Mas o desgaste que cai na conta do governo é de toda ordem e também mistura escândalos envolvendo políticos e até ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com o Banco Master.
Até agora, no entanto, nada do que foi proposto por Lula para obter dividendos eleitorais surtiu o efeito desejado. Pouco adiantou também o presidente dizer que a corrupção no INSS começou a ser combatida no seu governo. Nada colou. Nem mesmo a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil resultou em pontos positivos para Lula.
“BICO” – Na sondagem da Quaest, feita com homens e mulheres de várias idades e classes sociais, em todas as regiões do País, houve quem dissesse que, se o fim da escala 6X1 for aprovado no Congresso, o dia de folga será mesmo bem aproveitado. Mas não para descansar, e, sim, para fazer um “bico” e ganhar mais.
O fim da jornada 6X1 de trabalho é uma bandeira da campanha de Lula à reeleição, que, em seu novo programa de governo, vai defender o que o PT chama de “direitos do bem viver” das famílias.
“Sabemos que haverá forte resistência das elites econômicas, que historicamente se opõem a qualquer ampliação de direitos, mas o centro do debate deve ser o direito ao descanso, ao lazer e ao bem viver para milhões de trabalhadores e trabalhadoras brasileiras”, diz um trecho da plataforma que o PT pretende propor para Lula defender na campanha. E completa: “Está sendo fundamental também a negociação de leis que garantam os direitos mínimos dos milhões de brasileiros que trabalham através de plataformas virtuais, hoje expostos a todo tipo de exploração e riscos”. O documento será analisado no 8.º Congresso do PT, de 23 a 26 deste mês.
APOSTAS – Homens consultados na pesquisa admitiram, por sua vez, que um pedaço considerável de seus salários é consumida em apostas eletrônicas, conhecidas como bets. Mas essa “confissão” só ocorreu em grupos masculinos. Naqueles que reuniam homens e mulheres “eles” não admitiam o vício. Motivo: jogavam escondido das famílias.
Na prática, a bet virou o botequim dos novos tempos. Com os juros na estratosfera, a dívida dos consumidores se transformou em uma bola de neve. Em outras palavras: o governo caiu em sua própria armadilha com a oferta de mais crédito na praça.
MECANISMOS – Foi por isso que Lula pediu à equipe econômica para criar um mecanismo que proíba as apostas online a quem aderir ao programa de refinanciamento das dívidas. Se tudo correr como planejado, a ideia é que os endividados não possam jogar enquanto não quitarem os seus débitos.
A expectativa do governo é de que esse programa também conquiste o público feminino, segmento no qual a desaprovação ao petista aumentou. Detalhe: os eleitores que ainda não decidiram em quem votar somam aproximadamente 30% e podem decidir a disputa presidencial. Não é à toa que pesquisas como esta são examinadas com lupa pelo Planalto.
A carestia em todo canto.
O custo elevado de vida.
Os juros absurdos, devoradores, fatais.
E a culpa de tudo é do Tigrinho?
Não.
A culpa é do Leão de Brasília, com seus amiguinhos da selva sanguinária do Estado bandido, cujos tigrinhos são tentáculos.
Anúncio do “fim da escala 6×1’, por exemplo, é a nova versão lulista da promessa de ‘picanha com cerveja’ feita na eleição de 2022.
AGORA SOMOS TODOS PAPA LEÃO XIV , contra a loucura por dinheiro, poder , vantagens e privilégios, sem limite$, elevada à enésima potência, representada mundo afora por Donald Trump, arvorado em dono do mundo. ACORDA LULA, PAPA LEÃO XIV Já. Prestes a perder a pole position da economia para a China e acossado por ela com a autocracia chinesa bombando a mil por hora na culatra de Tio Sam, Trump se gaba de ser MAGA, ainda que na contramão evolutiva do mundo civilizado, à evidência na condição de protetor máximo da plutocracia putrefata norte-americana, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, ao passo que o mundo inteiro, ao que parece, prefere ser mega solução, via evolução, a exemplo do Papa Leão 14, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, alicerçado na paz, no amor, no perdão , na conciliação, na união e na mobilização por Ela, a mega solução, via evolução, para o Brasil, a política, a população, o mundo e a Humanidade, como deseja o Papa, em resposta à loucura de Trump por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, com o congresso brasuca e a imprensa do dito-cujo, inimigos do povo, fazendo de tudo para encontrar um bode expiatório para encobrir as barbaridade que tem feito contra o Brasil, a política e a vida do povo brasileiro. Por que será que ninguém escreve nada sobre isso ? O resto é briga de foice no escuro entre pedintes carentes de esmolas… https:www.tribunadainternet.com.br/2026/04/19/com-alcolumbre-presidindo-tudo-pode-acontecer-no-senado-ate-mesmo-nada/#comments
Já fez renegocoações de dívidas outras vezes, mas
envidamento das famílias aumentou: o real perdeu muito de seu poder de compra e os valores dos salários em geral são irrisórios diante dos preços dos produtos e serviços.
Mazela da desigualdade
O país tem custo de vida de 1º mundo, renda (da grande maioria) de 3º mundo e riqueza concentrada nas mãos de minoria.