/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/v/L/3B2ju3TJAvkCzsHa8hUA/bre10874.jpg)
Governo concentra articulação em encontro antes da sabatina
Luísa Marzullo
O Globo
A menos de duas semanas da sabatina de Jorge Messias no Senado, aliados do governo passaram a articular um jantar que reúna o presidente Luiz Inácio Lula da Silva , o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, com senadores. O encontro tem sido tratado como forma de fazer um esforço final em busca de votos para que o atual advogado-geral da União tenha o nome aprovado para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF).
A iniciativa surge em meio à avaliação de que o calendário encurtou o espaço para o corpo a corpo político. O feriado de Tiradentes cai na próximo terça-feira, o que deve esvaziar Brasília ao longo da próxima semana. A previsão é de apenas uma sessão, na quarta-feira, com formato semipresencial e baixa presença de senadores. A sabatina de Messias está marcada para o dia 28, também uma terça-feira, também a data que deve marcar o retorno mais efetivo dos parlamentares à capital.
CENÁRIO ABERTO – Nos bastidores, governistas avaliam que o ritmo das negociações tende a cair justamente no momento mais sensível da articulação, quando ainda há número expressivo de indecisos. Levantamentos internos indicam que, embora o nome de Messias tenha avançado, boa parte dos senadores evita declarar voto publicamente, mantendo o cenário aberto às vésperas da sabatina.
Nesse contexto, o jantar é visto como uma tentativa de concentrar a articulação em um único momento, reunindo senadores ainda indecisos em um ambiente mais favorável ao diálogo direto com Lula e Alcolumbre. A data mais citada é a quarta-feira após o feriado, embora ainda não haja convite formal enviado e haja dúvidas sobre a presença efetiva dos parlamentares em Brasília, diante do esvaziamento da semana.
A ideia de promover o encontro já vinha sendo discutida no Planalto. Segundo relatos, Lula queria realizar o jantar ainda nesta semana, ontem, mas Alcolumbre tinha um compromisso previamente agendado com ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A articulação foi tratada na terça-feira, durante a posse do novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, no Palácio do Planalto, quando os dois voltaram a alinhar a estratégia.
PÉRIPLO DE MESSIAS – O movimento ocorre após a intensificação do périplo de Messias no Senado. Na quarta-feira, o advogado-geral da União concentrou reuniões no gabinete do relator Weverton Rocha (PDT-MA) e ampliou o corpo a corpo com parlamentares, incluindo nomes da base e da oposição. Ao longo do dia, esteve com senadores como Leila Barros (PDT-DF), Jaques Wagner (PT-BA), Romário (PSB-RJ) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO), além de ir aos gabinetes de oposicionistas como Carlos Portinho (PL-RJ), mantendo a estratégia de dialogar inclusive com quem já declarou voto contrário.
Nos bastidores, aliados afirmam que a ofensiva sobre votos considerados perdidos busca identificar margens de flexibilização, diante da avaliação de que o voto secreto abre espaço para dissidências. Interlocutores relatam que há senadores que evitam declarar apoio publicamente, mas sinalizam disposição para votar a favor na urna.
MINISTROS EM CAMPO – Outro movimento observado nos bastidores é o de senadores favoráveis ao nome que passaram a antecipar apoio em conversas fora do Senado, inclusive com ministros do STF, como Cristiano Zanin, André Mendonça e Kassio Nunes Marques.
Segundo relatos, os contatos têm sido usados para comunicar voto favorável e reforçar a percepção de viabilidade da indicação. Como os três são vistos como fiadores de Messias, senadores — especialmente os indecisos — têm recorrido a esses ministros para buscar aval antes de fechar posição.
QUE LIBERDADE É ESSA, SE A LÍNGUA É ESCRAVA ?
Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, Padre Pernambucano e Herói da Pátria Brasileira.
Infelizmente a classe política Brasileira não tem interesse algum em ter tanto no STF quanto nos demais tribunais do pais , juízes e profissionais ” idôneos , honrados e decentes ” , pois seria como o pescoço fazer um acordo com a forca .
Esses jantares, à tripas forras são com nosso dinheiro, os contribuintes.
Pagamos para sermos ludibriados.
O último “Baile da Canalha da Ilha Fiscal da Praça dos Podres Poderes” . Se segura Malandro, essa gentalha reunida é o excesso de nada do Brasil. Al Capone na frente dessa gentalha seria um “menino bobo e puro ” !