Mais um ministro de Lula no conselho do Senac com salário adicional de R$ 28 mil

Camilo já estaria de malas prontas para o PSB | eliomar-de-lima | OPOVO+

Camilo Santana e Flávio Dino ganharam a bela sinecura

Rhuan C. Soletti
Site Brasil Sem Medo

Na quarta-feira (dia 25), o ministro da Educação, Camilo Santana, indicado pelo presidente empossado Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai desempenhar mais uma função, já que foi nomeado para o cargo de conselheiro fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). O estatuto do conselho do Senac prevê que aqueles que participarem de todas as sessões mensais tenham uma remuneração adicional de R$ 28 mil.

Ele assumiu a cadeira de Marcelo Oliveira Panella, chefe de gabinete do Ministério da Previdência e tesoureiro do PDT, partido do ministro Carlos Lupi, que perdeu a boca rica,

“AUTONOMEAÇÃO” – Vale relembrar também o caso em que o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se autonomeou para o Conselho Fiscal do Serviço Social do Comércio (Sesc), no lugar do Gilberto Carvalho, ex-ministro no governo de Dilma Rousseff. O salário pode chegar a R$ 28,6 mil se ele comparecer a todas as reuniões, e é cumulativo ao salário de ministro. Por cada participação em uma das seis reuniões mensais do Conselho, Marinho receberá R$ 4,7 mil.

A portaria com a dispensa de Carvalho, que estava no cargo desde o fim de janeiro, foi publicada na edição de junho (12) do Diário Oficial da União (DOU).

“Até ulterior deliberação, a representação do Ministério do Trabalho e Emprego, junto ao Conselho Fiscal do Serviço Social do Comércio (Sesc), será exercida pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego”, informa a portaria.

OUTROS NOMEADOS – Além de Marinho, fazem parte do Conselho Fiscal do Sesc, o ministro Carlos Lupi (Previdência Social), que também se autonomeou para o cargo em janeiro; a ministra Esther Dweck (Serviços Públicos); Osmar Ribeiro de Almeida Júnior, do Ministério de Assistência Social; Edgar Segato Neto e Valdir Pietrobon, ambos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e; Valeir Ertle, da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Marinho também fez alterações no Conselho Fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), com remuneração semelhante ao Sesc, dispensando o economista Carlos Augusto Simões Gonçalves Júnior, que é secretário de Proteção ao Trabalhador. No lugar dele, Marinho nomeou o colega e ministro das Comunicações, Paulo Pimenta.

Outro integrante do governo de Lula também faz parte do conselho do Senac, o ministro da Justiça, Flávio Dino. E a ministra da Gestão, Esther Dweck, está no conselho do Sesc. Todos também recebem uma remuneração mensal de R$ 28 mil.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Interessante matéria, enviada por Gilberto Clementino, sempre atento aos interesses públicos. Até o fim do ano passado, a estrutura do governo federal estava organizada em 23 ministérios. Com o fim da gestão de Bolsonaro e a volta de Lula, o número de pastas saltou para 37, abrindo espaço no primeiro escalão para um número maior de aliados do petista, que têm uma característica comum — a goela grande.

8 thoughts on “Mais um ministro de Lula no conselho do Senac com salário adicional de R$ 28 mil

  1. Alô pessoal, essa a redução ministerial do governo anterior foi coisa pra inglês ver, não trouxe economia de gastos nenhum. Toda a estrutura inchada dos ministérios foi mantida, só unificaram os nomes de pastas concentrando mais poder de decisão em poucas pessoas, facilitando que alguém vil e desprezível como guedes, por exemplo, tivesse um poder colossal de decisão pra ferrar o povo.

  2. Prezado Carlão …
    Em relação ao seu comentário no fim do artigo…volto meus pensamentos nos idos iniciais dos anos 80…onde o lendário jornalista (sem aspas) HF…denunciava as roubalheiras com os valores públicos…E hoje 43 anos após aquela era…o vc Carlão (jornalista tbm sem aspas)…continua na trincheira da legalidade e defesa da coletividade denunciando a ralé maldita …dos dias hodiernos…
    Com relação aos valores que os vermes malditos …vão receber …só nos resta se indignar.

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